Saiba mais sobre alguns projetos, espaços e instituições que articulam a cena da gestão e da produção cultural da Bahia.

Jam no Mam

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Projeto musical de Jam sessions realizado todo sábado no pôr do sol no Museu de Arte Moderna da Bahia. Espaço de improvisação e liberdade artística que reúne músicos profissionais que buscam tocar o que vem da alma. Respeitando e tocando outros ritmos como baião, xote e rap, a Jam no Mam faz com que as apresentações sejam diversificadas e cada vez mais atrativas para o público local e turistas que visitam a cidade.

Viva Dança – Festival Internacional

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O VIVADANÇA – Festival Internacional surgiu para reunir pessoas, permitir novas vivências, promover conexões, estimular a diversidade, democratizar o acesso ao palco e ao teatro, e, sobretudo, celebrar a dança. Criado em 2007, o VIVADANÇA Festival Internacional, batizado inicialmente com o nome de “Mês da Dança no Vila”, por acontecer no Teatro Vila Velha, cresce e ganha maior visibilidade a cada edição.

 

Programa Carnaval Ouro Negro

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Programa da Secretaria de Cultura do Estado que apóia blocos de matrizes africanas, indígenas, afoxés, samba e reggae, sobretudo no Carnaval de Salvador. O Ouro Negro viabiliza o suporte financeiro para entidades cadastradas, com o intuito não só de possibilitar a sua permanência no cenário carnavalesco, mas também de fixar o trabalho de cada entidade no seu ambiente social. O Programa é um reconhecimento a importância dessas expressões culturais.

 

Mercado Cultural

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Festival destinado à discussão e à troca de ideias sobre a diversidade e promoção cultural. Acontece anualmente desde 1999 com o intuito de dar espaço a talentos, ampliar o engajamento cultural, promover trabalhos artísticos, dar visibilidade à cultura e oferecer oportunidades de intercâmbio artístico e cultural, além de desenvolvimento profissional. O Mercado Cultural é uma iniciativa da do instituto Casa Via Magia localizado em Salvador. Desde seu nascimento, o festival já recebeu participantes de países variados da Europa, Ásia, América e África

 

Festival de Verão

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Um dos maiores eventos musicais no país, acontece durante o verão e antecede o Carnaval baiano. Marcado pela forte diversidade musical e com quatro dias de duração, o mega evento atrai uma média de 50 mil pessoas por noite e a cada ano são contratadas uma média de 60 atrações artísticas. Organizado em diferentes palcos o festival tenta abranger desde a produção musical regional, passando por grandes nomes da música pop brasileira, até atrações internacionais. Em 2013 o Festival de Verão completou 15 anos.

 

 

Teatro Sesi

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Inaugurado em 06 de Março de 1997 em um casarão datado da segunda metade do séc. XIX, prédio fica localizado no bairro boêmio da cidade de Salvador, o Rio Vermelho. Integrante do Sistema SESI (Serviço Social da Indústria), o teatro além de receber atrações artísticas na área das artes cênicas, recebe também atrações musicais – principalmente no espaço conhecido como “Varanda do Sesi”  que fica anexo ao prédio do teatro. Com público alvo direcionado aos trabalhadores da indústria, o Teatro Sesi tem o intuito de fomentar a formação de plateia  ao oferecer variada programação artística.

 

 

Cachoeira Doc

Cachoeira Doc

O CachoeiraDoc é um festival de documentários que acontece na cidade de Cachoeira/BA. Desde 2010, o CachoeiraDoc busca fomentar a produção e a discussão sobre o gênero, por meio de oficinas, debates, ciclo de conferências e exibição de filmes. Em sua organização, o evento mobiliza cineastas, diretores, amantes do cinema e o público de Cachoeira e região em várias atividades voltadas para o universo cinematográfico. O festival é uma realização da Ritos Produções e do Grupo de Estudos e Práticas do Documentário, do Curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Federal do Recôncavo Baiano – UFBR e conta com o apoio financeiro do Fundo de Cultura da Secretaria de Cultura da Bahia.

Flica – Festa Literária de Cachoeira

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Evento pioneiro no estado, a festa acontece anualmente na cidade de Cachoeira e tem como objetivo celebrar a união entre escritores, mediadores, público e comunidade. Desde sua primeira edição em 2011, reúne durante seus cinco dias de realização, autores locais, nacionais e internacionais para discutir temas ligados à literatura, história, à questões político-sociais, entretenimento e educação. A Flica possui ainda uma programação alternativa que conta com apresentações musicais, lançamento de livros e sessões de autógrafos, etc., além da Fliquinha, que tem uma programação específica para o público infantil com oficinas, exposições, bate-papos e contação de história.

 

Panorama Internacional Coisa de Cinema

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Criado no ano de 2002 tem como objetivo principal dar visibilidade e valorizar a produção nacional de longas e curtas-metragens e promover o cinema brasileiro e mundial paralelos ao circuito comercial. O festival também visa à criação de uma atmosfera diferenciada de discussão e reflexão em torno da realização cinematográfica. O lema “O Cinema no Centro”, que acompanha o Panorama desde a sua criação, traduz o estímulo que o projeto traz ao Centro Histórico da cidade, a partir da promoção da circulação do público nos espaços ocupados pela programação que acontece no Espaço Itaú de Cinema – Glauber Rocha, na Sala Walter da Silveira e também na Universidade Federal do Recôncavo (UFRB), no centro da cidade de Cachoeira.

 

Música no Parque

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Desde 2002 o projeto promove shows gratuitos com atrações locais e nacionais no Anfiteatro Dorival Caymmi, no Parque da Cidade. As apresentações são realizadas mensalmente aos domingos, às 11 horas. Artistas e grupos como Lazzo, Armandinho, Gerônimo, Chico César, Nana Caymmi, Jussara Silveira, Ilê Ayiê, Cortejo Afro, Orquestra Sinfônica da Bahia, entre outros, já se apresentaram no projeto Música no Parque que é uma realização da Caderno 2 Produções

 

 

Série TCA

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A Série TCA é um dos projetos de maior relevância do Teatro Castro Alves e foi criada a fim de inserir Salvador no circuito de grandes produções artísticas internacionais. Em 2013, a Série chegou a sua 18ª edição. O projeto trouxe grandes nomes para o palco da Sala Principal do TCA, a exemplo da cantora lírica Montserrat Cabalet; o ator John Malkovich; companhias de dança como o balé Bolshoi e o New York City Ballet; a Orquestra Símon Bolívar da Venezuela, com regência do maestro Gustavo Dudamel; a pianista francesa Hélène Grimaud e a cantora de jazz Esperanza Spalding, dentre outros. O projeto ainda oferece um serviço de assinatura que apresenta vantagens como aquisição antecipada de ingressos, descontos, parcelamento e escolha de um lugar fixo na plateia em todos os espetáculos adquiridos.


Prêmio Braskem de Teatro

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Surgiu com a finalidade de incentivar, divulgar e valorizar a produção teatral na Bahia. O projeto premia espetáculos em oito categorias: Espetáculo Adulto, Espetáculo Infantojuvenil, Direção, Ator, Atriz, Texto, Revelação e Categoria Especial. Em 2013, com o aniversário de 20 anos do Prêmio, este se expandiu e culminou no programa “Valorizando as Artes Cênicas”, do qual fazem parte o “Prêmio Braskem de Teatro”, o “Circuito Baiano de Teatro”, focado na divulgação das peças vencedoras do PBT, patrocinando a sua circulação no país, e o “Mediação FIAC”, voltado para a formação de pontos focais propulsores para a formação de plateia de teatro na Bahia.

 

 

Circo Polino

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A Escola Picolino de Artes do Circo foi criada em 1985 pelos artistas Anselmo Serrat e Verônica Tamaoki como uma escola de circo particular que também desenvolve ações de arte-educação voltadas para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social. O Picolino tem como principais objetivos promover o desenvolvimento de crianças, adolescentes e jovens, sobretudo os que vivem em desvantagem social, e formar artistas. A Escola atende públicos diversos, desde crianças (a partir dos sete anos) até adultos. O circo tem como parceiro o projeto “Conexão Vida” e um apoiador internacional que é a ABC TRUST  , organização que apoia trabalhos voltados para crianças em situação de rua e jovens em vulnerabilidade. O Picolino funciona na Avenida Otávio Mangabeira, próximo à entrada do Parque de Pituaçu, em Salvador.

 

 

Orquestra Sinfônica da Bahia

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Criada em 1982, a OSBA integra os corpos estáveis do Teatro Castro Alves (TCA). Consolidou-se, ao longo de três décadas, como um dos mais conceituados conjuntos sinfônicos brasileiros. Em sua trajetória, destacam-se apresentações com grandes estrelas do canto lírico, como Luciano Pavarotti e Montserrat Caballé. Maestros e instrumentistas de nível internacional também se apresentaram com a OSBA, a exemplo de Isaac Karabtchevisky, Arthur Moreira Lima, Valentina Lisitsa e Hélène Grimaud, dentre outros grandes nomes da música clássica. Todo o orçamento da Orquestra é custeado pelo estado. Formada por cerca de 39 músicos efetivos e 20 residentes, atualmente conta com a direção artística do maestro Carlos Prazeres.

 

Balé do Teatro Castro Alves

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Criado em 1981 pelo Governo do Estado, o BTCA surgiu com o objetivo de ser a companhia de dança oficial do Estado da Bahia, promovendo a difusão e incentivando a acessibilidade da população baiana para este fazer artístico. Desde sua criação, o BTCA caracterizou-se como grupo de dança contemporânea. A companhia possui cerca de 50 montagens em seu repertório e seu corpo artístico é formado por aproximadamente 36 bailarinos. O BTCA reside no Teatro Castro Alves e seu financiamento provém do Governo do Estado, através da Fundação Cultural do Estado Bahia (FUNCEB). Ao longo de sua trajetória, o Balé alcançou reconhecimento nacional e internacional. Atualmente sua proposta de trabalho agrega formação, difusão, produção, pesquisa e divulgação da dança, a fim de possibilitar novas oportunidades de ação para bailarinos e gerar maior retorno à sociedade.

 

 

MAM – Museu de Arte Moderna da Bahia

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O Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM) foi inaugurado em 1960, no foyer do Teatro Castro Alves, e é administrado pela Diretoria de Museus do IPAC, órgão vinculado a Secretaria de Cultura do Estado. Em 1963 ele passou a funcionar no Solar do Unhão, conjunto colonial do século XVII localizado na Avenida Contorno. Seu acervo de obras permanentes é composto por trabalhos de importantes artistas contemporâneos, a exemplo de Waltercio Caldas, Tunga, Siron Franco, José Resende, entre outros. O MAM funciona de terça a sexta das 13h às 19h, e nos sábados, domingos e feriados das 14h às 19h. Com entrada franca, conta com salas expositivas, galeria ao ar livre (o Parque das Esculturas), sala de cinema, capela, café e estacionamento, sedia eventos de diferentes linguagens e desenvolve um programa permanente de ações educativas.